quarta-feira, 19 de junho de 2013

Gucci Guilty Black pour Homme

Muito parecido com o seu precursor, mais uma vez Gucci não inova. Um perfume com publicidade instigante, porém com tema bastante comum.
Promove-se a ideia de algo jovial e indecente e apresenta-se um perfume aromático e esportivo, apenas.
Outra vez uma fragrância que se abre fresca, com notas aromáticas de coentro e lavanda e de corpo floral verde. Eis o que se nota. A base é de cedro e patchouli, o qual quase não se faz sentir, senão por um traço amargo em meio à madeira de cedro.
O que se questiona é:
A marca Gucci é símbolo de luxo e sofisticação. Confesso que esperava algo realmente criativo e desconsertante. Nada disso. Temos um perfume aromático tônico, meio ozônico, meio aquático e de fundo amadeirado. Muito bom, mas nada que se distancie de Acqua di Gió, por exemplo, no início, e de Natura Homem, nas notas finais.
Outra coisa: as diferenças entre Gucci Guilty Black e a versão primeira (Gucci Guilty) não são suficientes para se tenha um perfume, pelo menos, diferente.

3 comentários :

  1. Quantos Guilty!!! Daqui a pouco vão lançar o Guilty Baby... Gucci está se tornando comercial demais. Por isso admiro Chanel, lança uma fragrância a cada dois anos ou mais, perfume não é sabão em pó...

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    Respostas
    1. Você é uma figura ímpar, Yvan!
      Abraços, querido!

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  2. Chanel realmente está conseguindo segurar bem a tendência, mas não está totalmente imune. Já lançaram umas tantas versões de Chance e de Allure homme sport, teve o Coco Noir (e a gente espera que parem por aí com Coco) e já lançaram Bleu na versão Edp (sendo que o Edt já não era lá essas coisas). Gucci foi-se o tempo do Envy for men (já argumentaram na internet que foi a partir da troca do Tom Ford pela Frida Giannini; faz sentido, quando lembramos que M7 é da época do Tom Ford na YSL).

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