terça-feira, 23 de abril de 2013

METAL, TERRA e VINIL no meu perfume?

A indústria da perfumaria não tem limites. Inicialmente ervas e flores. Depois madeiras, frutas e especiarias. Agora a moda é ousar: por meio de laboratório, é possível criar uma infinidade de essências, obtidas sinteticamente, que imitam o cheiro de plástico e de papel novo, alumínio, terra e até asfalto. É mole?

Na verdade, essas notas não ocorrem isoladas em uma fragrância. São meios encontrados de atribuir algo diferenciado e temático ao perfume.

Essa técnica já está presente em muitos perfumes à disposição no mercado. Um exemplo é o vinil, que compõe Parisienne, de YSL. Há também a terra preta em A*Men Pure Malt, de Thierry Mugler. Outro exemplo é o sal marinho, presente em Eternity Summer, de CK.
Alguns perfumes obtêm tais efeitos de forma natural, sem a adição de ingredientes sintéticos. 
Recentemente foi lançada uma fragrância que contém óleos de madeiras combinados a fim de imitar o cheiro de papel novinho. Pra ser mais exato: cheiro de livro novo (Isso é bom e bem intrigante, não acham?).
Bom... Vou ficando por aqui, só na espera de outras surpresas!

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