quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Frascos: um espetáculo de arte e luxo!

Nos primórdios, segundo pesquisa de Renata Ashcar, os recipientes para acondicionar fragrâncias eram variados: metal, porcelana, couro, bronze, etc. O vidro, porém é o mais versátil e elegante. Conta a lenda que o primeiro registro do vidro ocorreu no século I, por navegantes fenícios, mas as primeiras referências, de fato, encontram-se no Egito Antigo. De lá pra cá muita coisa aconteceu e a descoberta do sopro (insuflação de vidro) abriu inúmeras possibilidades, permitindo que o vidro tomasse diferentes formas antes de seu resfriamento. No período clássico, a visão artística sobre a produção de frascos se alavancou. Os gregos davam muito valor a objetos de arte para uso pessoal. Os romanos também produziam vidros transparentes em variedades de formas e desenhos, com detalhes coloridos. 
No século XVIII, a indústria francesa do vidro para perfumes se desenvolveu e eram vendidos ao cliente com a forma que escolhesse. Porém a demanda para fabricação em massa obrigou que os frascos fossem vendidos de forma padronizada. 
Hoje, o casamento entre a criação e a tecnologia, que dá suporte às mais diferentes ideias, faz com que tenhamos em mãos mais do que um simples frasco de perfume. Uma obra inspirada e que revela muito sobre as intenções e os conceitos que envolvem a criação de uma fragrância. Verdadeiras peças de arte que merecem nosso respeito e nossa admiração. 

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