terça-feira, 28 de setembro de 2010

Lançamento

Isabelle Gex, poderosa da perfumaria da Fendi, fala do mercado de luxo e das brasileiras

Luís Guilherme Barrucho

Para muitas mulheres, a francesa Isabelle Gex tem o emprego dos sonhos. Vive cercada de bolsas e perfumes, tem lugar cativo na primeira fila dos grandes eventos de moda e trata com intimidade estilistas e supermodelos. Ela é mais alta executiva da Parfum Luxe International, braço do conglomerado de luxo LVMH responsável por administrar os perfumes das grifes italianas Fendi e Emilio Pucci. Ela também já trabalhou na Givenchy e na Chanel. No Brasil para o lançamento mundial da nova fragrância da Fendi, Isabelle falou com exclusividade a VEJA.com sobre a indústria do luxo e os planos da marca para o país.
                                                                                                                                     veja online

Agora veja uma passagem da entrevista:

A Fendi interrompeu a fabricação de perfumes. Por que retomá-la?


Foi uma decisão difícil. Do ponto de vista conceitual, nossa última fragrância, Fendi Palazzo, remetia ao mais profundo DNA de nossa marca. Era uma espécie de homenagem às nossas origens romanas e aristocráticas. Mas, infelizmente, o perfume não caiu nas graças do público e suas vendas foram aquém das nossas expectativas. Decidimos, então, repensar seu conceito. Minha contribuição foi subverter a ideia de que a fragrância estivesse associada diretamente à nobreza europeia, hoje conservadora e decadente. A Fendi, pelo contrário, é uma marca que sabe ousar, explorar novas fronteiras e ter um espírito global sem deixar de lado suas tradições. Por isso, se antigamente ficávamos restritos à Europa, ao Japão e aos Estados Unidos, hoje queremos investir em países fora desse eixo.

Este é o novo perfume da grife:
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