sábado, 7 de agosto de 2010

Givenchy

Hubert de Givenchy, ou Hubert-James Marcel-Taffin Givenchy (Bauvais, 21 de fevereiro de 1927) é um aristocrata e estilista francês. Aos 17 anos Givenchy foi para Paris, levando uma pasta cheia de desenhos. Trabalhou nas casas de Jacques Fath, Robert Piguet, Lucien Lelong e Elsa Schiaparelli. Abriu sua própria maison em 1952, e o reconhecimento foi quase imediato. Muitas das criações de Givenchy foram feitas com tecido de camisaria. Criou a blusa Bettina, em homenagem à modelo Bettina Graziani, e que foi uma de suas criações de maior sucesso. A blusa tinha mangas que terminavam em babados de bordado inglês e a gola larga e aberta. Com esse sucesso, a fama de Givenchy consolidou-se. Suas criações eram luxuosas e com estilo nitidamente influenciado pelo estilista espanhol Balenciaga, e Givenchy jamais negou que o trabalho de Balenciaga o inspirava. Balenciaga e Givenchy conheceram-se em 1953 e foram amigos até a morte do espanhol, em 1972. Givenchy tem o seu nome ligado ao cinema mais do que qualquer outro estilista. Ele vestiu Audrey Hepburn em vários filmes, sendo que o primeiro deles foi Sabrina, em 1954. Grace Kelly, Gloria Guinness, Dolores Guinness, Babe Paley, Wallis Simpson, Mona von Bismarck e Jacqueline Kennedy Onassis foram outras clientes famosas de Givenchy. Imortalizou, com seu nome,  também grandes perfumes, e entre eles destacam-se Amarige, Organza Eau de Parfum, Organza First Light e So Givenchy. Em 1981, a Maison Givenchy foi vendida, sendo que a linha de perfumes ficou com a Veuve Clicquot, e a parte de alta-costura foi para o Grupo Louis Vuitton Moët Hennessy. Atualmente, a Louis Vuitton também é proprietária da linha de perfumes fabricados pela Givenchy. Givenchy despediu-se das passarelas em 1995, com um desfile para o qual foram convidados apenas amigos pessoais, estilistas e principais clientes. A marca Givenchy continua a existir. Algumas das principais modelos da marca são Liv Tyler e Paula Enderle, famosas pelos comerciais da "grife".

Cheiro Erótico?

Galera, veja só isso:


A escritora alemã,Charlote Roche, critica a moda de retirar todos os pelos pubianos e sugere que as mulheres usem gotinhas dos fluidos vaginais como perfume
Cristiane Ramalho, de Berlim

Ela é a antítese da feminista tradicional. Charlotte Roche, de 31 anos, tem uma voz quase infantil e, por pura provocação, veste roupas tradicionais. A escritora que está levando os alemães a ler sobre sexo como nunca não poupa ninguém de sua escatologia. Em Zonas úmidas (Editora Objetiva), romance de estreia que conta as fantasias sexuais da jovem Helen, ela critica as mulheres “limpinhas”, obcecadas por depilação. Helen é uma mulher que sai de casa com calcinha furada e se perfuma com gotinhas do líquido vaginal. O livro da apresentadora de TV que virou celebridade já vendeu 1 milhão de exemplares na Alemanha e chega às livrarias do Brasil nesta semana. Nesta entrevista, Charlotte discute as razões pelas quais é considerada uma “nova feminista”.

Gente, já pensou se essa moda pega???
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