sábado, 22 de maio de 2010

Perfumes Aquáticos

Considero essa família de perfumes tão necessária quanto aquela calça jeans pra toda as horas ou aquele vestido preto básico que as mulheres dizem ter sempre à mão. Não que sejam perfumes menos elaborados, mas sim adequados a muitas situações. Lembro-me que conheci uma fragrância chamada DUENDE, de J. Del Pozo. Era uma miniatura. Achei aquilo muito interessante. Era um frescor acompanhado de notas florais que davam uma sensação de profundo bem estar e limpeza. Um cheiro limpo, aberto. Delicioso. Logo comprei um frasco grande. Depois conheci ACQUA DI GIÓ, que me deixou intrigado pelas notas que compunham o corpo da fragrância. Era diferente de tudo o que eu já havia sentido num perfume até então. Ficava na pele um cheiro fresco e visceral, lembrando-me o cheiro do ovo in natura, mas, claro, sem a parte repulsiva que esse odor pode causar em alguns. Sempre gostei de cheiros intrigantes. Hoje já me habituei com ele. A família dos aquáticos ou ozônicos (alguns especialistas separam-nas) evoca odores semelhantes ao da chuva ou da brisa marinha. Há aqueles que nos trazem o frescor do melão ou da melancia. São muito práticos, pois podem ser usados durante o dia, inclusive pela manhã, ou à noite (nesse caso, com alguns ingredientes a mais, como arranjos florais, por exemplo). Vale a pena ter um perfume desses na prateleira.

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